20170921

a.C. e d.C. - O nosso calendário é perfeitamente preciso!


"O monge Dionísio 'Exiguus' identificou a Anunciação de Gabriel à Virgem e a Encarnação de Cristo no ventre da Santíssima Virgem Maria a 25 de Março do ano 1 a.C. Ele reconheceu o nascimento de Cristo a 25 de Dezembro do ano 1 a.C. A circuncisão de Cristo, oito dias depois do Seu nascimento, foi a 1 de Janeiro de 1 d.C. A Sua crucifixão foi no ano 33 d.C."


No entanto, a ciência vem confirmar que 25 de Dezembro é mesmo a verdadeira data em que Jesus nasceu.

Também sobre o ano de nascimento de Cristo surgiram dúvidas nos anos 1600.

No entanto, "Dionísio trabalhava com os melhores registos romanos e documentos da Igreja para calcular o nascimento de Cristo. Este novo cálculo dividia o tempo em antes e depois de Cristo. Dionísio não incluía um ano zero. 31 de Dezembro do ano 1 a.C. devia passar para 1 Janeiro do ano 1 d.C."



(abrir os links para ler as explicações)




20170906

15 de Setembro, dia de Nossa Senhora das Dores


(também chamada Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário ou ainda Nossa Senhora do Pranto, e invocada em latim como 'Beata Maria Virgo Perdolens', ou 'Mater Dolorosa')

Nossa Senhora das Dores surge representada sendo ferida por sete espadas no seu coração imaculado (algumas vezes uma só espada), dado ter sido trespassada por uma espada de dor, aquando da Paixão e Morte do seu Filho, unindo-se ao seu sacrifício enquanto redentor. 

O culto à Mater Dolorosa iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. Em 1239, a sua veneração no dia 15 de Setembro teve início em Florença, na Itália, pela Ordem dos Servos de Maria (Ordem Servita). 

Para fazer companhia à nossa querida Mãe é tradição rezar um Pai-nosso e sete Ave-marias por cada uma das 'dores' de Maria: 

1ª. - As profecias de Simeão na apresentação de Jesus no templo
         (Lc 2,34-35);
2ª. - A fuga da Sagrada Família para o Egipto
         (Mt 2,13);
3ª. - O Menino Jesus perdido e encontrado no Templo
         (Lc 2,43-45);
4ª. - O Doloroso encontro de Maria com Jesus no caminho do Calvário
         (Lc 23,26);
5ª. - Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na Cruz
         (Jo 19,25);
6ª. - Maria recebe o corpo de Jesus nos braços aos pés da Cruz
         (Mt 27,57-59);
7ª. - Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro
         (Jo 19,40-42).

20170723

Quem tem ouvidos, oiça!


«“Explica-nos a parábola do joio no campo”. Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Demónio. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: o Filho do homem enviará os seus Anjos, que tirarão do seu reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade, e hão-de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, oiça”.» (Mt. 13, 36-43) 

Mas convém ter presente que não há o mal quimicamente puro de um lado e o bem quimicamente puro do outro… Mal e bem misturam-se no mundo, na vida e no coração de cada um de nós.


«É maravilhoso o perfume das flores,
mas também as ervas daninhas têm a sua fragância.
Cada um tem o seu lugar para crescer e desabrochar.»
(Um rato fala com Deus - Angela Toigo)


20170327

Toma-me de entre a minha dispersão


Manifesta a tua santidade em mim
Toma-me de entre a minha dispersão,
Recolhe-me de onde me perdi
Enche-me de novo o coração.

Tu és a água viva,
Tu és a água pura,
Inunda-me, inunda-me
E tudo se transformará em mim.

(Ir. Glenda Hernandéz, Tu És a Água Viva)





20170306

As tentações a que Jesus não fugiu, mas enfrentou


O Evangelho de Mateus 4,1-11 faz-nos reflectir nas tentações de Jesus, que são também as nossas:

⇒ tentação de Ter:
«Se és Filho de Deus, diz a estas pedras que se transformem em pães»
(a tentação de ser Messias através das riquezas e da posse;

⇒ de (A)parecer (das nas vistas):
«Se és Filho de Deus, lança-Te daqui abaixo, pois está escrito: ‘Deus mandará aos seus Anjos que te recebam nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’»
(a tentação de ser Messias através do sucesso e da imagem);

⇒ e de Poder:
«Tudo isto Te darei, se, prostrado, me adorares»
(a tentação de ser Messias através da subjugação do outro e do domínio).


 Às quais somos desafiados a contrapor as atitudes fundamentais de
 ➸ Desprendimento:
«Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus’»;

 Autenticidade:
«Também está escrito: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’»;

➸ e Serviço:
«Vai te, Satanás, porque esta escrito: ‘Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele prestarás culto’».


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